Nem sempre as coisas são como queremos.
Nem sempre o relacionamento que achamos que salvará nossas vidas é o que dará certo.
Nem sempre aquele amor todo que você sente é o necessário para manter uma relação.
Nem sempre se vive só do amor. Outras coisas são necessárias?
Mas que coisas são essas? Se um relacionamento deve ser baseado em cumplicidade, é errado não conversar sobre o que se espera. É errado mentir. É errado pedir um tempo, dizer que não vai ficar com outra pessoa e fazer isso logo em seguida.
Nem sempre o que a gente sente é recíproco. Por mais que as vezes pareça que tudo está certo. Nem sempre está certo.
O que mais dói é o desprezo. O que mais chateia é você se tornar um ser que parece nunca ter existido.
Pois é, Caos. Aqui estou eu de novo. E de novo, para lamentações.
Somos só nós, companheiro. Saudades de quando meu único problema era você. Caos.
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
O Caos Retorna à Minha Mente
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Sandrinha
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domingo, 8 de agosto de 2010
Every Little Thing
A respiração, perto do ouvido, faz perder o rumo.
O beijo, sempre com um sabor especial.
O toque na nuca, que faz ter vertigens.
A mão que passa pelo rosto, que faz querer adormecer ali.
O abraço apertado, que faz o corpo de um não querer desgrudar do corpo do outro.
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quarta-feira, 21 de abril de 2010
Sua Amiga Legal
Eu não sou a amiga legal que liga quando está perto da sua casa. Nem a amiga legal que: te chama para ir para uma “balada”; te conta sobre os “casos” ou a falta deles; te ajuda a escolher uma roupa; sai com você para comprar roupas; te ajuda com a maquiagem. Nem a amiga legal que te mostra músicas novas ou séries novas. Que te ajuda a estudar. Que te ajuda a comprar um carro. Que te ensina caminhos. Que interage com seus amigos. Que te liga para contar futilidades. Não, eu não sou esta sua amiga legal.
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quarta-feira, 14 de abril de 2010
Nothing you confess...... can make me love you less.
Dói. Dói saber que começamos a nos distanciar no dia em que você disse que precisava desapegar de mim.
Dói saber que você só estará de volta em 2011, coisa que não acredito. Dói ter a certeza de que você ficará por lá.
Dói saber que você não estará aqui para eu te ligar, inusitadamente, e te chamar para almoçar numa terça-feira, lá pelas 15h da tarde.
Dói saber que não vou te ligar para te contar que fui promovida, que mudei de área, que estou em outra empresa.
Dói saber que você não será a primeira para quem ligarei para qualquer novidade... dói saber isto.
Dói saber que, mesmo que eu te mande uma boa notícia por e-mail, não será a mesma coisa.
Dói saber que não te abraçarei ou não olharei nos seus olhos.
Tem muita coisa que talvez já não seja feita como antes. Tem tantas coisas que deixaram de ser e que não voltam. Mas tem coisas que não mudam.
Dói saber que eu te magôo as vezes. Dói saber que eu não sou uma pessoa legal com você, as vezes. Dói.
Nutrir um bom sentimento por uma pessoa que chegou de mansinho e ocupou um lugar imenso na sua vida e deixar isto escapar, mesmo que aos poucos, não é bom.
Tantas coisas que aprendi com você. Não digo que mudei, mas melhorei, muito por você ter estado por perto.
Sei que é egoísmo meu, sei que eu posso pensar o que quiser, nada muda os fatos. Sempre quis pensar o que você estava pensando sobre tal coisa, sobre tal atitude. Tive medo de suas opiniões, tive medo de suas reações. Tive mais medo quando não houve nem uma coisa, nem outra.
Chorei algumas vezes, em outras, deixei de lado. Achei que não se importava. Me apeguei demais. Um tipo de amor que eu não sentia, não senti e não sinto por ninguém. Novamente, o quê de egoísmo ecoando aqui.
Porque eu me apeguei tanto que até hoje as pessoas me vêem e perguntam de você, como você está.
Foram tantas coisas. Dói saber que você não estará aqui. Dói saber que você não faz idéia do tamanho do amor que eu sinto por você e dói saber que talvez você jamais saiba e que jamais entenda isto.
Seja Feliz. Sempre! Amo deveras.
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sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Só saudade...
Antes eu queria apenas sentir seus lábios nos meus, decorar a textura, saboreá-los. Hoje, já não sinto a vontade de antes. Antes eu queria apenas me perder nos seus braços, sentir seu calor, ouvir seu coração junto ao meu. Hoje, já não sinto a vontade de antes. Antes eu queria apenas envolver seu pescoço, sentir seu perfume, enchê-lo de beijos. Hoje, já não sinto a vontade de antes. Antes eu queria apenas escutar sua voz, ouvir seus gemidos, ouvir seus sussurros, alegrar-me com suas canções. Hoje, já não sinto a vontade de antes. Antes eu queria apenas olhar nos seus olhos, enxergar-me dentro deles, ler neles tudo o que você queria me dizer. Hoje, já não sinto a vontade de antes. Antes eu queria apenas tocar sua mão, segurá-las, acalmá-las, até mesmo quando você pediu para eu não ir, onde quer que eu fosse. Hoje, já não sinto a vontade de antes. Antes eu queria apenas que você fizesse parte de mim e eu de você. Hoje, já não sinto a vontade de antes. Já não me mata o fato de te ver todos os dias. Já não me mata o fato de você não falar comigo. Já não me mata o fato de você não ir onde eu vou. Já não me mata a vontade de te ter e não poder. Porque hoje é tudo só saudade, de algo muito bom, de alguma ficção que eu criei para nós. Para mim. E hoje já não dói...
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quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
2009
Eu lembro de 2009 em lapsos. Em datas específicas e outras nem tanto. Lembro do mês de janeiro, que foi um dos melhores para mim, mas também triste. Um dos melhores, porque em muito tempo, descobri que estava amando. Triste, porque deixei este amor que eu estava sentindo interferir em relacionamentos: deixei de alimentar amizades, passei a ignorar os fatos. Lembro de fevereiro, onde fiz mais amigos e onde tive uma pequena decepção. Amigos, porque fui para um retiro espiritual que me disse muito e a pequena decepção foi pelo motivo de saber que o amor não era correspondido. Não lembro de março. Abril foi meu aniversário. Lembro dele por causa do barril de chopp. E porque foi o casamento do meu primo mais velho. Maio... fui madrinha de casamento da minha prima! Foi o mês das minhas férias também: viagem de busão para a Argentina. Sozinha. A coisa mais corajosa já feita na minha vida. Junho...volta de férias, amor voltando com tudo, amor declarado. Nova decepção. Sem falar comigo. Agosto, foi a volta de uma pessoa importante para o processo, na empresa. Setembro... pessoas indo para o Tatuapé e eu ficando. Outubro: processo de fusão e indas e vindas da Boa Vista. Me senti importante ao ser envolvida em um bom projeto. Novembro: a primeira semana foi terrível. A terceira pior ainda. Desapego forçado de pessoas. Choro e raiva. Mas também... troca de carro. ^_^ Dezembro: apego forçado a pessoas. Raiva incontida. Rebeldia vindo à tona. E bati o carro. E tomei uma multa: o radar era 30km/h e eu passei a 39km/h. Este não foi um ano de desperdício. Foi um ano de maturidade. De crescer em todos os sentidos. De tentar ter tolerância. De novos conhecimentos e de alimentar conhecimentos antigos. Um ano que de alguma forma foi melhor que 2008. Um ano que perderá totalmente para 2010. Um ano que não deve ser esquecido, mas que deve ser refletido. Não sou de fazer promessas de Ano Novo, até porque, sei que não cumprirei. E não farei nada no calor das emoções. De qualquer forma, um grande ano para nós!
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
All the lonely people ♪♫
Acho que a última vez que escrevi, foi dois meses após voltar das férias.
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