Estou em slow motion total. Estou sem assunto também. Estou sem paciência para baixar músicas. Estou frustrada com as bandas que eu gosto.
Estou um pouco "avoada". Estou meio lá, meio cá, em lugar nenhum.
Enfim...
quinta-feira, 31 de julho de 2008
Enfim...
Postado por
Sandrinha
às
22:56:00
2
comentários
segunda-feira, 28 de julho de 2008
All the lonely people...
... where do they all come from?
E de repente, você nota que algumas pessoas vivem apenas em sonhos, vivem apenas a sonhar com o que poderia ter sido, com o que poderia ser. Não se dão conta do que podem fazer. Estão solitárias com seus pensamentos.
Na janela, apenas olham o movimento. Dos que chegam, dos que se vão e dos que nunca retornam. Talvez queiram ser como eles. Mas há a solidão, constante, em suas almas, em sua falta de vivência.
Talvez e apenas talvez, elas não se dão conta, de que todas vêm do mesmo lugar. Talvez irão para o mesmo lugar. Sem nenhuma prece, sem nenhum tipo de gratidão, sem nenhum tipo de memória. Apenas porque estiveram solitárias a maior parte do tempo.
E pode ser que estas pessoas até passem deste para um outro plano. Não sei se melhor. Não sei se alguém compareceria. As pessoas estão muito sozinhas em si mesmas, para dar atenção ao fato de um outro ser solitário ter ido. Talvez apenas o padre venha. Talvez apenas ele.
E no fim, todas estas pessoas solitárias, pertencem a um só lugar, a um mesmo estilo de vida. A um mesmo plano, a um mesmo tipo de destino. Conformam-se em serem e estarem solitários. Porque eles têm a certeza de que não há salvação.
E todas estas pessoas... por favor, me diga: de onde elas são? Porque eu não quero ir para lá. Eu não quero ter vindo de lá...
Postado por
Sandrinha
às
22:33:00
1 comentários
domingo, 27 de julho de 2008
Nós vamos (eu vou) invadir sua praia!
Gosto de ir para a praia, principalmente pela composição da estrada. Eu gosto de tirar várias fotos.
Porque eu gosto de pegar aquelas coisas que, para quem vive no meio do caos das cidades, não é visto. Como uma cachoeira no meio da serra. Como no meio da serra, você avistar o mar sem fim. Como no meio da serra, você apenas parar porque não quer correr, porque tem absolutamente todo o tempo do mundo.
Porque quando você chega, não há ninguém estressado, só há crianças brincando, só há o vento e o barulho do mar. Porque quando você vai dormir, você prefere escutar o barulho do mar aos roncos.
Porque quando você acorda, há café fresquinho e pão de queijo saído do forno à lenha. Porque há um belo céu azul e um grande sol te esperando. Porque você caminha, com o sol no rosto e o vento a embalar e você não se sente cansada. Você tem todo o mar, todas a maresia a seu favor.
Porque são momentos especiais, de se desligar do mundo. E todo o resto, você não se lembra. Não porque não há motivos para lembrar, mas porque, pensar apenas em você, ainda mais em casos assim, faz um bem danado!
Postado por
Sandrinha
às
19:51:00
1 comentários
quinta-feira, 24 de julho de 2008
Da Série: Sobre a Pesquisa Científica
Eu sinceramente gosto do Rafa. Mas nada destas coisas que envolvem riscos, nada destas coisas que envolveriam desventuras em séries (ok, talvez). Ele é meu melhor amigo e ponto. Mas ele me irrita. Me irrita profundamente, como ninguém.
E me irrita mais ainda quando não responde as coisas que eu quero. Ou que queremos, enfim. Entendo que ele deva ficar irritado também com uma série de questões que não deveriam ser tão pertinentes, mas enfim: ele é confiável o bastante para fazermos perguntas sobre, ahn, digamos, um elemento masculino essencial.
É simples, é uma dúvida que assola várias mulheres e eu poderia dizer que é dúvida que deveria ser sanada. Sem meios termos, sem desculpas, sem que os homens se sentissem acanhados. Certo, deve ser estranho ter duas mulheres (uma sou eu, a outra é ela) no seu encalço, fazendo perguntas que ele até poderia responder melhor, se o assunto em questão fosse ele.
Mas ele me irrita pelo modo que ele responde, pela falta de um linguajar mais "polido", pela falta de objetividade na resposta. Acho que foi um pouco por causa de dor de cotovelo. Acho que ele queria que o assunto em questão fosse ele. Mas convenhamos: no momento, só queríamos saber realmente o que ele achava da "consistência". Mas nem rolou, porque, na verdade, ele nos enrolou.
Portanto, sras. e srs. leitores deste blog, dêem sua opinião sobre o assunto da foto abaixo.
(Ok, este é um blog de respeito e tudo o mais, mas há momentos na vida em que, se não extravasar, não rola).
Há ou não underwear aqui?
Postado por
Sandrinha
às
21:46:00
4
comentários
terça-feira, 22 de julho de 2008
The Time of HER Life
Tenho mais que certeza de que ese é o tempo da vida dela. Tenho certeza também de que, quando ela deixar o ABC no fim de agosto, quando ela voltar, não será a mesma que saiu. Não só pelas várias fotos que eu espero que ela tire, não só pelas histórias que ela terá para contar, não só pela cultura totalmente diferente de que ela terá contato. Mas especialmente por ela ter ido, por ela ter planejado e por ela simplesmente não ter desistido.
Mas eu confesso: estou ansiosa para a segunda parte da jornada dela! Sim. Eu estou mesmo. Porque se ela for realmente, ela vai ter que fazer o que me disse. Ela vai ter que dar um jeito de levar várias cartas, de levar vários bilhetes, de levar, praticamente, a "alma" de várias, várias pessoas (I´m not a drama queen, but you!). Melhor ser mais clara?
É fácil saber que ela é apaixonada pelo Cook. Sim, aquele rapaz que ganhou a última edição do American Idol. Sim, ele é um dos temas preferidos das conversas dela. Sim, se ela for, seria muito, muito, muito interessante se ela fizesse a loucura de dar de cara com ele. Forçar a situação para dar de cara com ele!
Agora, se ela realmente o encontrasse... Não sei se seria hilário (acho que não). Seria emocionante. Certeza que ela choraria. Mas o diálogo... ainda mais se ela ficasse "acampada" uns dois dias para vê-lo, não sei se seria do jeito que eu imagino. Mas que seria bem legal, isto seria:
"I´ve been living on a prayer, just because Everything I did, I did it for you. Now, I´ll Be Happy Together with you, All Right Now.
So, Hello, my name´s not Eleanor Rigby, I´m just a Day Tripper, and again, no, I´m not Billie Jean and I don´t have a Little Sparrow.
I´m trying to say that I´m not Innocent, and you Always Be My Baby. I´ve been hearing The Music of the Night all this time. Sounds that I´m Alive and All I Really Need is You!
I´m Hungry Like the Wolf, baby and I´ve been here for two long days, but, on The First Time Ever I Saw Your Face, I´ve got a heartbreak. That´s my Dream Big.
Now, I Dare You to Move. To me, to The World I Know. I´m not sure about you be my Hero, but I Still Haven't Found What I'm Looking For (on you)... So... I Don't Want to Miss a Thing, ´cuz THIS IS TIME OF MY LIFE!"
Eu pagaria para ver este tipo de diálogo ocorrendo!
* For a CC (Cookie´s Cougar) ^_^
Postado por
Sandrinha
às
22:26:00
2
comentários
domingo, 20 de julho de 2008
Deixo Tudo Para Depois
Confesso que eu não estava animada, até estar na grade (item 1: obsessiva por grades, nos shows!).
Mas aí, quando eles surgiram, foi demais. Aquela explosão de energia, aquele clima legal. A voz da Fernanda um tanto quanto rouca, mas sem perder a pose. O John tocando guitarra de forma animal. O Ricardo detonando no baixo. O Xande detonando na bateria.
Dava para ver a respiração deles! Eu gritei, gritei mesmo, cantei boa parte das músicas. Liguei para meu irmão quando tocou "Eu", liguei para a Tê quando tocou "Sobre o Tempo" (recado na caixa postal) e liguei para o Rafa quando tocou "Depois" (mais um recado na caixa postal).
Pouco senti frio. Pouco ligo para o fato de minha garganta estar arranhando no momento.
Tirei fotos. Várias. Umas 100, pelo menos. Eu estava tão perto...
O momento mais legal do show? Quando a Takai confessou que achava que a letra da música "Menino Veneno", para ela, era assim: "Seu corpo inteiro é um traseiro, do princípio ao fim", quando na verdade a música é "Seu corpo inteiro é um prazer, do princípio ao fim".
Só posso dizer que foi bom... Muito bom ir descarregar energias em algo melhor ainda!
Que venham mais shows! E eu deixarei tudo para depois!
Postado por
Sandrinha
às
00:13:00
1 comentários
quarta-feira, 16 de julho de 2008
It´s Another Day For You and Me in Paradise
As vezes pode-se cansar, às vezes pode-se desistir, às vezes pode-se jogar tudo para o alto. Pode-se não querer saber como chegar ao seu destino de todos os dias, pode-se querer dormir preguiçosamente com o sol a aquecer.
Pode-se querer contradições e pode-se querer resoluções. Pode-se atravessar as ruas e fingir deixar as frustrações para trás, pode-se chegar a um novo destino e não saber nada dele, pode-se até mesmo brincar de escolhar um karma.
Pode-se chorar, pode-se rir, pode-se discutir uma relação e pode-se apenas selar tudo isto com uma pequena, dura lágrima. Mesmo com o sol a aquecer, pode-se querer ficar no frio, pode-se querer que as emoções não venham à tona.
Pode-se enviar uma mensagem de socorro, pode-se utilizar o telefone para falar com alguém com quem nunca falou. Pode-se omitir o pedido de socorro, também, por um choro abafado ou por um sorriso fora de contexto.
Pode-se escutar os tipos de músicas de um artista só, pode-se misturar os estilos em uma única hora, pode-se não querer ouví-los. Pode-se querer o silêncio, pode-se querer decisões dentro de si, pode-se haver uma inconstância, tanto quanto o ritmo diferente de músicas.
Pode-se haver um caos interior, pode-se ter uma guerra interior. Pode-se ter a ordem/desordem e paz dentro de si também. Todos os sorrisos podem estar escondidos, todas as piadas podem estar fora de hora, todo o contexto atual pode parecer bagunçado, mas todos eles podem ser algo para ajudar a si mesmo.
Pode-se haver um chamado, pode-se haver um pedido. Mas pode-se haver uma salvação (um termo muito, muito forte). Mas há sempre um outro dia para mim, para você, para eles e para todos, em um pequeno paraíso que podemos construir. Não com pedras, nem areia, nem com cimento. Mas com um pouco de amor: com aquele abraço apertado, com aquela troca de olhares, com aquele singelo bom dia, com um sorriso acanhado e até mesmo com uma lágrima. Não há motivo para pensar duas vezes, não no momento: pode-se complicar ainda mais.
Mas mesmo assim, sempre haverá um motivo para um pequeno paraíso surgir. E assim, aliviar a dor, a pressão e todas as coisas que não fazem bem.
Isto pode-se e muito! É só um outro dia, para mim e para você. Só pense nisto.
Postado por
Sandrinha
às
21:29:00
2
comentários


